O ENCONTRO DA POESIA COM O MANO DA PERIFERIA
Robert Portoquá · São Paulo (SP) · 14/8/2008 20:33 ·
Casa em favela na Zona Sul - Sampa
Conheci um poeta outro dia
Num boteco da periferia
Tomando cerveja e rimando, ora veja.
Achei meio esquisito
Aquele cara me mostrando uns manuscritos
Que falavam de amor e de carinho Sei lá!
Parecia coisa de veadinho
Contrariado comecei a ler
E aquelas frases me fizeram conhecer
Um novo mundo revestido de prazer
Longe do meu, sempre difícil de entender.
Quando me vi eu ria e chorava
Enquanto lia e engolia as palavras
A poesia dentro de min já misturava
O que eu vivia, o que eu sentia, o que eu sonhava
"quem casa quer casa". clássico de martins pena em cartaz
2 semanas atrás
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